Pero con una decisión clara.
No.
No lo muevas.
Confío en ella.
Dom Ernesto quedó paralizado.
Nunca había visto esto antes.
Tu hijo... Eligiendo a alguien.
Tu hijo... Seguro de sí mismo.
El corazón le latía con fuerza en el pecho.
"Matthew..." Susurró, confundido.
Camila disfrutó ese momento.
Se arrodilló de nuevo.
Sus manos seguían temblando, pero su voz, aunque baja, era firme:
"Señor... Hay algo en tu oído. Algo que nadie ha visto... o no quería verlo. Si no hago nada... Esto va a empeorar.
"¿Y lo sabes?" Su voz temblaba de furia y miedo. "Un empleado... ¿sin entrenamiento?"
Camila le miró directamente a los ojos.
"No lo sé todo... pero sé lo que he visto. Y sé lo que pasa cuando nadie hace nada.
Um silêncio pesado se instalou.
Uma diferente.
Não aquela da casa.
Isso foi… um silêncio de decisão.
Dom Ernesto olhou para o filho.
Tremendo.
Sofrimento.
Agarrando-se às roupas daquela mulher como se fossem sua única esperança.
E pela primeira vez em anos…
Ele duvidava de tudo.
Dos médicos.
Sobre dinheiro.
De si mesmo.
Ele fechou os olhos por um segundo.
Apenas um.
Mas naquele segundo…
Ele largou o controle.
“Faça isso…” disse ela finalmente, quase num sussurro. “Mas se algo acontecer com ele…”
Ele não terminou a frase.
Não era necessário.
Camila assentiu com a cabeça.
Ele respirou fundo.
“Está tudo bem, meu filho…” ela sussurrou suavemente. “Eu não vou te machucar.”
Mateo olhou para ela.
E mesmo estando com medo…
Ele não se afastou.
Ele fechou os olhos.
Confiar.
Completamente.
O mundo pareceu parar.
Camila aproximou lentamente o instrumento.
Suas mãos… já não tremiam.
Algo dentro dela havia se acalmado.
Como se eu não estivesse sozinho.
Como se alguém estivesse guiando cada movimento.
Ele entrou com cuidado.
Muito lentamente.
Ele sentiu resistência.
Algo difícil.
Algo ficou preso.
Ele apertou suavemente.
Ele puxou um pouco.
Nada.
Seu coração batia forte nos ouvidos.
“Vamos lá…” ele murmurou.
Mais um pouco.
Mais um pouco…
E de repente…
Cedeu.
Algo saiu.
É isso aí.
Pesado.
Escuro.
Caiu em sua mão.
O tempo parou.
Camila ficou olhando fixamente para aquilo.
Era grande.
Mais do que ele imaginava.
Denso.
Como se eu tivesse estado lá… durante anos.
E então…
um som.
Pequeno.
Fraco.
Mas real.
Mateo abriu os olhos de repente.
Seu corpo ficou tenso.
Ele olhou em volta, confuso.
Assustado.
E então…